sexta-feira, 15 de novembro de 2013

“Todos os dias vou dormir pedindo que todas essas pessoas que vivem me criticando, que me julgam, que se fingem amigas, que se aproximam pra me derrubar, que rezam pra eu cair e claro, aquelas que secretamente me admiram e se perguntam como passei por tudo que passei e me levantei sozinha sejam felizes.
Sim , desejo alegrias e experiências maravilhosas. Desejo que aprendam a respeitar os outros e entendam que cada um tem suas lições pra aprender e seus tombos pra tomarem sozinhos.
Desejo, acima de toda e qualquer coisa que elas saibam dar valor às próprias vidas, só pra ver se assim param de cuidar da minha e percebam que independente do que pensam e falam, eu to vivendo e muito bem.
É… Talvez eu esteja pedindo muito. Mas não desisto não, um dia a oração dá certo.
Bom dia...


A HISTÓRIA DO PATO

Havia dois irmãos que visitavam seus avós no sítio, nas férias.
Filipe, o menino, ganhou um estilingue para brincar no mato. Praticava sempre, mas nunca conseguia acertar o alvo.
Certa tarde viu o pato de estimação da vovó... Em um impulso atirou e acabou acertando o pato na cabeça e o matou. Ele ficou chocado e triste!
Entrou em pânico e escondeu o pato morto no meio da madeira!
Beatriz, a sua irmã viu tudo, mas não disse nada aos avós.
Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: "Beatriz, vamos lavar a louça"
Mas ela disse: " Vovó, o Filipe me disse que queria ajudar na cozinha". E olhando para ele sussurrou: "Lembra do pato?" Então o Felipe lavou os pratos.
Mais tarde o vovô perguntou se as crianças queriam pescar e a vovó disse: "Desculpe, mas eu preciso que a Beatriz me ajude a fazer o jantar."
Beatriz apenas sorriu e disse, "Está bem, mas o Filipe me disse que queria ajudar hoje", e sussurrou novamente para ele: "Lembra do pato?"
Então a Beatriz foi pescar e Filipe ficou para ajudar.
Após vários dias o Filipe sempre ficava fazendo o trabalho da Beatriz até que ele, finalmente não agüentando mais, confessou para a avó que tinha matado o pato.
A vovó o abraçou e disse: "Querido, eu sei... eu estava na janela e vi tudo, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar a Beatriz fazer você de escravo!" (PAGAR O PATO)
                                                                                    
Deus e o Amor não só perdoa, mas Ele também esquece!!!

...'cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é...

Nos últimos dias, a maré dos acontecimentos tem me feito refletir muito em como reagimos a determinadas situações e o quanto estas 'reações' provocam novas 'reações' nas pessoas, algumas vezes magoando-as ou afastando-as de nós.

Tenho refletido também sobre como um 'perdão' dado muito rapidamente, parece muitas vezes prematuro, feito apenas para nos livrarmos de ter 'aquela' pessoa culpada grudada em nosso pé, pedindo desculpas todos os dias, e assim, com nosso suposto perdão, conseguimos nos livrar dela!

O perdão é 'dado', nesse caso, somente em tese. Porque, na prática, a mágoa continua lá. A desconfiança continua lá. A dúvida sobre como esta pessoa reagirá novamente, quando posta em situações semelhantes, continuará lá...

Para quem recebe o alvará do 'perdão' somente em tese (não de fato), o que fica é um brutal sentimento de dupla responsabilidade, ter que 'pisar em ovos', cuidar dos deslizes, fica a certeza de que qualquer 'escorregadinha nova' pode se somar a 'grande mancada' que deu origem ao falso perdão! E é aí que nos damos conta desta tal "dor ou delícia de sermos quem realmente somos" !!!

Se formos nos guiar pela responsabilidade de tentarmos não falhar, não cometermos os mesmos (ou talvez outros erros), não nos atrapalharmos, se formos tentar agir sem a possibilidade de sermos imperfeitos, sem a espontaneidade de falarmos bobagens não pensadas antes, sem poder chegar atrasados ou até não chegarmos, sem marcar uma coisa em cima da outra (apenas pela empolgação e vontade de querer fazer as duas coisas) sem sermos nós mesmos ... bem, aí, não poderemos usufruir da delícia de ser quem realmente somos; ainda que este 'sermos nós mesmos', seja apenas sermos humanos, demasiadamente humanos!
"Que a gente saiba apreciar as pequenas vitórias. E não esqueça que o pensamento é a chave do bem-estar. Que a gente cuide da saúde e da alma. E gaste energia somente no que faz bem. Que a gente fique de olhos e ouvidos abertos. E não se deixe levar por fofoca ou intriga. Que a gente passe a se preocupar com o que tem fundamento. E deixe pra lá o que não acrescenta ou faz bem. Que a gente entenda que o silêncio é de ouro. E que nem sempre o que sai da nossa boca é bem interpretado ou visto. Que a gente comece a cuidar mais da própria vida. E exercite um pouco aquele egoísmo saudável. Que a gente vá até onde a força permitir. E perceba que sempre resta um pouquinho de força. Que a gente ame sem pedir em troca. E perceba o quanto isso é reconfortante. Que a gente tenha mais paciência. E perdoe os erros. Que a gente obedeça o coração. E não esqueça que é preciso manter pelo menos um pé no chão. Que a gente ache o caminho. E que se perca de vez em quando. Que a gente mantenha um sorriso na boca. E não esmoreça quando a vida fechar uma porta. Que a gente entenda que não dá pra abraçar o mundo. Mas dá pra abraçar algumas pessoas e fazer a diferença."
 
Quanto mais tempo eu vivo, mas eu me dou conta do impacto da atitude na vida. Atitude, para mim, é mais importante que fatos. Ela é mais importante do que o passado, do que a educação, do que o dinheiro, do que as circunstâncias, do que o fracasso, do que os outros pensam, dizem ou fazem. É mais importante do que a aparência, dom ou habilidade. Ela fará prosperar ou ruir uma empresa... umaigreja... uma casa. O extraordinário é que todos os dias temos a chance de escolher como vamos encarar aquele dia. Nós não podemos mudar nosso passado... não podemos mudar o fato de que as pessoas agirão de determinada maneira. Nós não podemos mudar o inevitável. A única coisa que podemos fazer é continuar no único caminho que temos; esta é nossa atitude. Estou convencido que a vida é 10% o que acontece comigo e 90% como eu reajo a isso. E assim é com você... estamos nocomando das nossas atitudes.

- Charles Swindoll.

segunda-feira, 18 de março de 2013

"Sonhar que está comendo uma maria-mole gigante pode significar acordar sem o travesseiro."
Viva todo o seu mundo, sinta toda liberdade. E quando a hora chegar, volta...
"Apaixone-se por uma alma pensante, por um corpo dançante, por um sorriso radiante, por braços aconchegantes e por olhos amantes de tudo isso."
Certo dia eu escutei uma história de arrepiar os cabelos. Decidi compartilhar com vocês, pois tenho certeza de que já ouviram algo parecido. Ela é um bom exemplo sobre como podemos estar educando mal os nossos filhos e no caminho da destruição (deles, de nós mesmos e do planeta).
Estava em um consultório médico para uma consulta de rotina. É um médico que frequento a muito tempo e sempre conversamos. Começamos a conversar sobre educação dos filhos. O doutor me contou um evento que ocorreu com ele e seu filho há alguns anos atrás: O filho e alguns amigos estavam cometendo pequenos furtos nas lojas vizinhas ao colégio, pegos, foram levados à diretoria do colégio que prontamente decidiu chamar os pais para uma conversa e orientação. Neste encontro, o caso ocorrido foi relatado e para a surpresa de alguns e a certeza de outros, alguns (a maioria) dos pais sentiram-se indignados com a escola por terem sido chamados, tirados de seus locais de trabalho, onde são muito ocupados para uma conversa tola e inútil. Perguntaram à diretora: "Qual é o problema? é pagar o que eles pegaram? se for isso deixe que eu pago o prejuízo, para mim dinheiro não é problema..." Muitos pais compartilharam da indignação e postura desses pais e tiveram a mesma atitude, com exceção do referido médico, que disse que iria conversar seriamente com o filho e tomar providencias para que isso nunca mais ocorresse. Todos foram embora para suas vidas ocupadas, quase ninguém fez nada a não ser o doutor, que conversando com a esposa, decidiram afastar o filho do colégio (e dos amigos); tiveram uma conversa nada agradável e lembraram ao filho quais eram os valores daquela família. Relutante o filho adolescente brigou com o pai, odiou a mãe, fez uma confusão daquelas, mas seus pais certos do que deveriam fazer, mantiveram a decisão. "Foi uma decisão difícil, abalou a relação familiar, mas era o que tinha que ser feito" (disse o médico). Alguns anos após o evento, lá está o filho assistindo um programa local na TV, quando ouve e vê a notícia de contrabandistas e usuários de drogas sendo presos, ele reconhece os ex-amigos da adolescência e chama o pai para ver aquilo. O pai pergunta: "Você lembra o que aconteceu entre você e esses rapazes? porque saiu do colégio? O filho disse que não lembrava e o pai contou toda a história... o filho em lágrimas agradeceu ao pai e lhe disse: "Espero que eu seja para os meus filhos o mesmo que o senhor foi para um mim".
Uma criança que aprende sobre respeito, consideração, honra e honestidade dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive... O papel da escola é passar o conhecimento, e não a educação, esta é dever dos pais.
Abraços,

Educação nos dias atuais...

Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável: "Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?".

Surras diminuem o Q.I. de crianças

Fonte: Pesquisa da New Scientist - Reportagem da Folha OnLine - Caderno: Ciência & Saúde

Uma surra pode deixar uma marca na criança que é pior do que o desenho vermelho das mãos. Palmadas e outras punições corporais atrasam a inteligência infantil, segundo demonstra um novo estudo.
O Q.I. (quociente de inteligência) de crianças entre 2 e 4 anos que receberam palmadas regulares de seus pais caiu mais de cinco pontos no decorrer de quatro anos, comparado com o de crianças que não levaram palmadas.
O Quoeficiente de Inteligência apresenta queda de 5.5 pontos com palmadas. Vale ressaltar que o estímulo intelectual é mais importante, diz estudo. "O lado prático disso é que os pediatras e psicólogos precisam começar a dizer: " Não batam, sob qualquer circunstância!", diz Murray Straus ( sociólogo da Universidade de New Hampshire, em Durham) que capitaneou o estudo juntamente a Mallie Paschall (do Centro de Pesquisa e Prevenção em Berkeley, na Califórnia)

Sem desculpas
Essas não são as primeiras evidências de que bater em crianças traz um custo. Tomografias do cérebro de crianças severamente castigadas, descobriram que receber surra baixa o desempenho cerebral. No entanto, os novos pesquisadores fazem uma ligação mais forte no relacionamento de causa e efeito entre surras e inteligência.
Elizabeth Gershoff, pesquisadora de desenvolvimento infantil da Universidade do Texas, examinou crianças no decorrer de quatro anos, além de calcular muitas variáveis passíveis de confusão, como a etnia dos pais, educação e se eles faziam leituras para as crianças ou não.

Straus e Paschall analisaram dados coletados nos anos 1980 como parte de uma pesquisa nacional de saúde infantil. Em 1986, um estudo anterior mensurou o Q.I. de 1.510 crianças com idade entre 2 e 9 anos, e também observou a frequência em que suas mães as submetiam a punições corporais. Os pesquisadores repetiram os testes quatro anos depois. Os pesquisadores separaram as crianças em dois grupos de idade --2 a 4 anos e 5 a 9-- porque alguns psicólogos infantis afirmam que surras ocasionais são aceitáveis em crianças mais novas, mas não em crianças mais velhas. (Eu não concordo com esta parte)

Abaixo às palmadas
As projeções revelaram que 93% das mães bateram em crianças entre 2 a 4 anos ao menos uma vez por semana, e que 58% recorreram à disciplina física com crianças mais velhas. Quase metade das mães das crianças mais novas bateram em seus filhos três ou mais vezes por semana, apontaram Straus e Paschall.

Quatro anos depois, as crianças mais novas que jamais apanharam de suas mães tiveram um ganho de 5.5 pontos de Q.I., se comparadas com crianças que sofreram punições corporais, enquanto os mais velhos que não apanharam ganharam 2 pontos de Q.I. em relação aos que não apanharam. Estes resultados põem em dúvida a prática de surra apenas nas crianças mais novas, diz Straus. "Uma das ironias mais cruéis é que as crianças novas são mais propensas a risco porque seus cérebros têm partes de desenvolvimento ainda em formação". (Esta parte eu concordo!)

Apesar da conclusão dos cientistas, a palmada não é uma garantia de mediocridade intelectual. Nas crianças mais novas, o atributo que fez mais diferença para a pontuação do Q.I. era se as mães estimulavam ou não a capacidade cognitiva. Isto era mais importante do que qualquer outra coisa, incluindo o castigo corporal.
"Digamos que você tem uma criança que tem pais educados, que apoiam e dão estimulação cognitiva, mas que batem: estas crianças vão ficar bem de qualquer modo, poderiam ficar melhores caso não apanhassem", afirma Strauss.
Entretanto, ele tem pouca paciência com o argumento de que a surra complementa aquilo que a disciplina não cobre. "A pesquisa simplesmente não mostra isso", diz ele. "Bater não funciona melhor com crianças pequenas".
Dia 16 de março foi aniversário do meu filho mais novo
um dia muito especial,pensei que ele nem entendia nada
ainda, rsrs mas quando ele viu o bolo ele fez uma festa tão grande que me arrependi de não ter feito uma festinha pra ele chamar os amiguinhos,mas ano que vem com certeza faço isso
pq ele merece ..cada vez mais inteligente ..
Bom dia e hj começo minha dieta !!!
"A única maneira de conservar a saúde é comer o que não se quer, beber o que não se gosta e fazer aquilo que se preferiria não fazer. "