segunda-feira, 18 de março de 2013
Certo dia eu escutei uma história de
arrepiar os cabelos. Decidi compartilhar com vocês, pois tenho certeza
de que já ouviram algo parecido. Ela é um bom exemplo sobre como podemos
estar educando mal os nossos filhos e no caminho da destruição (deles,
de nós mesmos e do planeta).
Estava
em um consultório médico para uma consulta de rotina. É um médico que
frequento a muito tempo e sempre conversamos. Começamos a conversar
sobre educação dos filhos. O doutor me contou um evento que ocorreu com
ele e seu filho há alguns anos atrás: O filho e alguns amigos estavam
cometendo pequenos furtos nas lojas vizinhas ao colégio, pegos, foram
levados à diretoria do colégio que prontamente decidiu chamar os pais
para uma conversa e orientação. Neste encontro, o caso ocorrido foi
relatado e para a surpresa de alguns e a certeza de outros, alguns (a
maioria) dos pais sentiram-se indignados com a escola por terem sido
chamados, tirados de seus locais de trabalho, onde são muito ocupados
para uma conversa tola e inútil. Perguntaram à diretora: "Qual é o
problema? é pagar o que eles pegaram? se for isso deixe que eu pago o
prejuízo, para mim dinheiro não é problema..." Muitos pais
compartilharam da indignação e postura desses pais e tiveram a mesma
atitude, com exceção do referido médico, que disse que iria conversar
seriamente com o filho e tomar providencias para que isso nunca mais
ocorresse. Todos foram embora para suas vidas ocupadas, quase ninguém
fez nada a não ser o doutor, que conversando com a esposa, decidiram
afastar o filho do colégio (e dos amigos); tiveram uma conversa nada
agradável e lembraram ao filho quais eram os valores daquela família.
Relutante o filho adolescente brigou com o pai, odiou a mãe, fez uma
confusão daquelas, mas seus pais certos do que deveriam fazer,
mantiveram a decisão. "Foi uma decisão difícil, abalou a relação
familiar, mas era o que tinha que ser feito" (disse o médico). Alguns
anos após o evento, lá está o filho assistindo um programa local na TV,
quando ouve e vê a notícia de contrabandistas e usuários de drogas sendo
presos, ele reconhece os ex-amigos da adolescência e chama o pai para
ver aquilo. O pai pergunta: "Você lembra o que aconteceu entre você e
esses rapazes? porque saiu do colégio? O filho disse que não lembrava e o
pai contou toda a história... o filho em lágrimas agradeceu ao pai e
lhe disse: "Espero que eu seja para os meus filhos o mesmo que o senhor
foi para um mim".
Uma
criança que aprende sobre respeito, consideração, honra e honestidade
dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto
comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta
onde vive... O papel da escola é passar o conhecimento, e não a
educação, esta é dever dos pais.
Abraços,
Surras diminuem o Q.I. de crianças
Uma surra pode deixar uma marca
na criança que é pior do que o desenho vermelho das mãos. Palmadas e
outras punições corporais atrasam a inteligência infantil, segundo
demonstra um novo estudo.
O Q.I.
(quociente de inteligência) de crianças entre 2 e 4 anos que receberam
palmadas regulares de seus pais caiu mais de cinco pontos no decorrer de
quatro anos, comparado com o de crianças que não levaram palmadas.
O
Quoeficiente de Inteligência apresenta queda de 5.5 pontos com
palmadas. Vale ressaltar que o estímulo intelectual é mais importante,
diz estudo. "O lado prático disso é que os pediatras e psicólogos
precisam começar a dizer: " Não batam, sob qualquer circunstância!", diz
Murray Straus ( sociólogo da Universidade de New Hampshire, em Durham)
que capitaneou o estudo juntamente a Mallie Paschall (do Centro de
Pesquisa e Prevenção em Berkeley, na Califórnia)
Sem desculpas
Essas
não são as primeiras evidências de que bater em crianças traz um custo.
Tomografias do cérebro de crianças severamente castigadas, descobriram
que receber surra baixa o desempenho cerebral. No entanto, os novos
pesquisadores fazem uma ligação mais forte no relacionamento de causa e
efeito entre surras e inteligência.
Elizabeth
Gershoff, pesquisadora de desenvolvimento infantil da Universidade do
Texas, examinou crianças no decorrer de quatro anos, além de calcular
muitas variáveis passíveis de confusão, como a etnia dos pais, educação e
se eles faziam leituras para as crianças ou não.
Straus e Paschall analisaram
dados coletados nos anos 1980 como parte de uma pesquisa nacional de
saúde infantil. Em 1986, um estudo anterior mensurou o Q.I. de 1.510
crianças com idade entre 2 e 9 anos, e também observou a frequência em
que suas mães as submetiam a punições corporais. Os pesquisadores
repetiram os testes quatro anos depois. Os pesquisadores separaram as
crianças em dois grupos de idade --2 a 4 anos e 5 a 9-- porque alguns
psicólogos infantis afirmam que surras ocasionais são aceitáveis em
crianças mais novas, mas não em crianças mais velhas. (Eu não concordo
com esta parte)
Abaixo às palmadas
As
projeções revelaram que 93% das mães bateram em crianças entre 2 a 4
anos ao menos uma vez por semana, e que 58% recorreram à disciplina
física com crianças mais velhas. Quase metade das mães das crianças mais
novas bateram em seus filhos três ou mais vezes por semana, apontaram
Straus e Paschall.
Quatro anos depois, as crianças
mais novas que jamais apanharam de suas mães tiveram um ganho de 5.5
pontos de Q.I., se comparadas com crianças que sofreram punições
corporais, enquanto os mais velhos que não apanharam ganharam 2 pontos
de Q.I. em relação aos que não apanharam. Estes resultados põem em
dúvida a prática de surra apenas nas crianças mais novas, diz Straus.
"Uma das ironias mais cruéis é que as crianças novas são mais propensas a
risco porque seus cérebros têm partes de desenvolvimento ainda em
formação". (Esta parte eu concordo!)
Apesar da conclusão dos
cientistas, a palmada não é uma garantia de mediocridade intelectual.
Nas crianças mais novas, o atributo que fez mais diferença para a
pontuação do Q.I. era se as mães estimulavam ou não a capacidade
cognitiva. Isto era mais importante do que qualquer outra coisa,
incluindo o castigo corporal.
"Digamos
que você tem uma criança que tem pais educados, que apoiam e dão
estimulação cognitiva, mas que batem: estas crianças vão ficar bem de
qualquer modo, poderiam ficar melhores caso não apanhassem", afirma
Strauss.
Entretanto, ele tem
pouca paciência com o argumento de que a surra complementa aquilo que a
disciplina não cobre. "A pesquisa simplesmente não mostra isso", diz
ele. "Bater não funciona melhor com crianças pequenas".
Dia 16 de março foi aniversário do meu filho mais novo
um dia muito especial,pensei que ele nem entendia nada
ainda, rsrs mas quando ele viu o bolo ele fez uma festa tão grande que me arrependi de não ter feito uma festinha pra ele chamar os amiguinhos,mas ano que vem com certeza faço isso
pq ele merece ..cada vez mais inteligente ..
um dia muito especial,pensei que ele nem entendia nada
ainda, rsrs mas quando ele viu o bolo ele fez uma festa tão grande que me arrependi de não ter feito uma festinha pra ele chamar os amiguinhos,mas ano que vem com certeza faço isso
pq ele merece ..cada vez mais inteligente ..
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